A musica do trailer do ultimo post trata-se nada mais, nada menos que a banda sonora do filme The Island (A ilha) e Elizabeth. Fica aqui a musiquinha então.
Espaço para desabafos sobre os mais pertinentes (ou então nem tanto) assuntos. Sejam bem-vindos a um mundo insano.
Prayers for Bobby - Trailer
Sendo eu um fã da Sigourney Weaver fiquei pasmado por saber que ela tinha feito um filme que estreou só na TV e que, segundo li nos comentários do Youtube.com, sairá em DVD.
Eu não sei como o filme está feito mas o trailer parece-me um bom indicativo, bem como as audiências que ele teve: 3.8 milhões no dia da estreia mais 2.3 milhões desde aí. O site da cadeia de televisão registou também um aumento de 169 % no seu tráfego quando comparado com a semana anterior.
O filme retrata a intolerância religiosa de uma mãe que tenta consecutivamente "curar" o seu filho do seu "pecado" que é ser homossexual. O filme é baseado num livro com o mesmo nome Prayers for Bobby: A Mother's Coming to Terms with the Suicide of Her Gay Son escrito por Leroy F. Aarons, o qual é baseado numa história verídica.
Deixo-vos aqui o trailer para vosso julgamento e, qui çá, aguçar-vos o apetite.
Eu não sei como o filme está feito mas o trailer parece-me um bom indicativo, bem como as audiências que ele teve: 3.8 milhões no dia da estreia mais 2.3 milhões desde aí. O site da cadeia de televisão registou também um aumento de 169 % no seu tráfego quando comparado com a semana anterior.
O filme retrata a intolerância religiosa de uma mãe que tenta consecutivamente "curar" o seu filho do seu "pecado" que é ser homossexual. O filme é baseado num livro com o mesmo nome Prayers for Bobby: A Mother's Coming to Terms with the Suicide of Her Gay Son escrito por Leroy F. Aarons, o qual é baseado numa história verídica.
Deixo-vos aqui o trailer para vosso julgamento e, qui çá, aguçar-vos o apetite.
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7 razões para não ir ao Mantra em Matosinhos
Interrompo aqui a sequência de diarreias mentais que tinha prometido para fazer uma pequena dissertação de uma visita ao restaurante/discoteca/bar Mantra situado em Matosinhos na Avenida Villagarcia de Arosa, 975.
1- As escolha das bebidas é aparentemente extremamente limitada. Ice Tea não há (segundo o empregado havia Joy... gostava que me explicasse o que é que chá tem a haver com sumo), e coca-cola só de pressão com 60% de água.
2- Entradas: um ridículo e minúsculo pãozinho (nem metade da palma de uma mão ocupava) e umas manteiguinhas...
3- Prato: Arroz aquecido de há três dias atrás pelo menos e com um sabor que o tornava completamente incomestivel), dois a três bifinhos (cerca de 3 a 5 cm de diâmetro) com um molho de champignon e cogumelos. Quando uma pessoa na mesa pediu para trocar arroz por batata frita o pedido quase foi recusado. O pedido por uma salada mista (tomate e alface e cebola) foi igualmente recebido com um ar de: não acha que já está a pedir demais?
4- Sobremesa: bem isto dependeu do empregado. O primeiro só havia bolo de bolacha e pudim. Quando se perguntou a outro afinal já havia, bolo de bolacha, mousse de chocolate, mousse de manga e o pudim...
5- Musica (ou direi melhor barulho/ruído) ambiente: uns cavalheiros quaisquer foram para lá fazer ruído de fundo com a desculpa que aquilo era musica brasileira. Bem primeiro deviam ter escolhido alguém que soubesse cantar. Depois deviam ter informado os senhores que os testes de sons fazem-se ANTES dos estabelecimentos abrirem não quando já está toda a gente a comer. E finalmente deviam ter escolhido de facto alguém que ao menos soubesse o que é musica brasileira e não ruído brasileiro. Até porque a capacidade de se bater num tambor qualquer não implica que se esteja a fazer musica.
6- Depois disto tudo, como se o serviço ainda não estivesse suficiente mau, ainda apareceu um grupo qualquer lá verdadeiramente gigantesco (150 pessoas por ai arrisco eu dizer), que tiveram direito a tudo e mais alguma coisa. Desde Ice Tea (que misteriosamente passou a haver) até sangria e coisas afins mais direito a self-service, de repente para aquele canto da sala havia tudo.
7- A conta: era de esperar que com tamanho mau serviço os preços fossem iguais a de uma qualquer tasca portuguesa (sem ofensa nenhuma até porque se tivesse ido comer a uma tasca tinha comido melhor) sem renome, pagou-se os olhos da cara. Uma garrafa de água (0,5 L), prato (com arroz aquecido e amostras de bifes), 1 ridículo pão, 1 manteiga, bolo de bolacha 8,5 €. De facto o preço não está caro por si mesmo mas quando comparado ao que se lá passou e à qualidade do serviço bem, num MacDonalds tinha comido mais, melhor, mais barato e tinha sido mais bem atendido.
8- Hino nacional: para terminar a noite fomos todos presenteados por um brasileiro a cantar o A Portuguesa (o hino nacional para quem não sabe). Para além da falta de respeito que é cantar o hino nacional misturado com musica brasileira (ou fosse ela que género de musica fosse) como se estivessemos a ouvir Madonna (sim o hino foi de facto feito para ser dançado), ainda o senhor que teve o desplante de presumir cantá-lo devia de o aprender primeiro. Para além que gostava de saber o que é que o hino português diz a esse senhor de além mar (eu também não me ponho a cantar o hino brasileiro se for à festa de anos do senhor).
Conclusão: se não gostam de gente aos berros (suponho que estavam a tentar cantar) e a violentar tambores com a desculpa que estavam a fazer musica, se não gostam de ficar com fome, se gostam de beber e se gostam de ser bem atendidos, então sugiro que escolham outro local para ir jantar pois ali saem mal servidos.
P.S.: Pelos vistos problemas ali já são algo vulgar.
http://www.matosinhoshoje.com
1- As escolha das bebidas é aparentemente extremamente limitada. Ice Tea não há (segundo o empregado havia Joy... gostava que me explicasse o que é que chá tem a haver com sumo), e coca-cola só de pressão com 60% de água.
2- Entradas: um ridículo e minúsculo pãozinho (nem metade da palma de uma mão ocupava) e umas manteiguinhas...
3- Prato: Arroz aquecido de há três dias atrás pelo menos e com um sabor que o tornava completamente incomestivel), dois a três bifinhos (cerca de 3 a 5 cm de diâmetro) com um molho de champignon e cogumelos. Quando uma pessoa na mesa pediu para trocar arroz por batata frita o pedido quase foi recusado. O pedido por uma salada mista (tomate e alface e cebola) foi igualmente recebido com um ar de: não acha que já está a pedir demais?
4- Sobremesa: bem isto dependeu do empregado. O primeiro só havia bolo de bolacha e pudim. Quando se perguntou a outro afinal já havia, bolo de bolacha, mousse de chocolate, mousse de manga e o pudim...
5- Musica (ou direi melhor barulho/ruído) ambiente: uns cavalheiros quaisquer foram para lá fazer ruído de fundo com a desculpa que aquilo era musica brasileira. Bem primeiro deviam ter escolhido alguém que soubesse cantar. Depois deviam ter informado os senhores que os testes de sons fazem-se ANTES dos estabelecimentos abrirem não quando já está toda a gente a comer. E finalmente deviam ter escolhido de facto alguém que ao menos soubesse o que é musica brasileira e não ruído brasileiro. Até porque a capacidade de se bater num tambor qualquer não implica que se esteja a fazer musica.
6- Depois disto tudo, como se o serviço ainda não estivesse suficiente mau, ainda apareceu um grupo qualquer lá verdadeiramente gigantesco (150 pessoas por ai arrisco eu dizer), que tiveram direito a tudo e mais alguma coisa. Desde Ice Tea (que misteriosamente passou a haver) até sangria e coisas afins mais direito a self-service, de repente para aquele canto da sala havia tudo.
7- A conta: era de esperar que com tamanho mau serviço os preços fossem iguais a de uma qualquer tasca portuguesa (sem ofensa nenhuma até porque se tivesse ido comer a uma tasca tinha comido melhor) sem renome, pagou-se os olhos da cara. Uma garrafa de água (0,5 L), prato (com arroz aquecido e amostras de bifes), 1 ridículo pão, 1 manteiga, bolo de bolacha 8,5 €. De facto o preço não está caro por si mesmo mas quando comparado ao que se lá passou e à qualidade do serviço bem, num MacDonalds tinha comido mais, melhor, mais barato e tinha sido mais bem atendido.
8- Hino nacional: para terminar a noite fomos todos presenteados por um brasileiro a cantar o A Portuguesa (o hino nacional para quem não sabe). Para além da falta de respeito que é cantar o hino nacional misturado com musica brasileira (ou fosse ela que género de musica fosse) como se estivessemos a ouvir Madonna (sim o hino foi de facto feito para ser dançado), ainda o senhor que teve o desplante de presumir cantá-lo devia de o aprender primeiro. Para além que gostava de saber o que é que o hino português diz a esse senhor de além mar (eu também não me ponho a cantar o hino brasileiro se for à festa de anos do senhor).
Conclusão: se não gostam de gente aos berros (suponho que estavam a tentar cantar) e a violentar tambores com a desculpa que estavam a fazer musica, se não gostam de ficar com fome, se gostam de beber e se gostam de ser bem atendidos, então sugiro que escolham outro local para ir jantar pois ali saem mal servidos.
P.S.: Pelos vistos problemas ali já são algo vulgar.
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Moralismos (?) Católicos na sanita...
Ora bem como tinha dito há uns dias atrás noutro post, iria passar aqui para deixar umas certas quantidades de dejectos humanos liquidificados e de aspecto acastanhado literários que me passaram pela cabeça (sim porque se o Papa, políticos, jornalistas, comentadores etc etc de renome podem vir para as televisões dizerem os absurdos que dizem, então eu também posso fazer o mesmo no meu blogue).
Partindo mais uma vez do vídeo que deixei duma palestra de John Corvino, começo pela parte dos dualismos que lá são referidos, mais especificamente às partes da bíblia e textos afins. Ora bem, Igreja Católica fala muito da bíblia (que já agora não é bem um livro mas uma compilação de textos os quais são foram escritos por homens que se basearam no que Cristo disse, ou mesmo outros meros homens, e a qual é diferente em cada religião - Judaica, Cristã Católica, Cristã Protestante, etc - e tem vindo a ser alterada de tradução para tradução) para justificar as suas acções e as suas assumpções sobre a vida e a sua moralidade.
Bem, com a breve explicação do que é realmente a bíblia talvez se deva logo começar por questionar se aquilo é mesmo para se levar a sério, se não seria melhor as pessoas verem aquele compêndio como uma enciclopédia para se ir buscar ideias gerais (amor pelo próximo, respeito pela vida Humana - algo que a Igreja Católica tende a esquecer frequentemente - etc etc...) e não regras a seguir estritamente.
Para além disto, e mesmo admitindo a bíblia como material para algo mais que enfeitar uma prateleira ou um mero livro histórico, pode-se analisar o seguinte: a Igreja fala em respeito pela vida Humana, amor pelo próximo, saber perdoar etc etc. Bem, então antes de vir tentar pregar esses valores a uma sociedade que para a Igreja está podre, talvez fosse bom ela começar primeiro por seguir esses preceitos. Senão vejamos, a Igreja prega o respeito pela vida Humana mas, ao longo da sua história, perseguiu Judeus, fomentou a escravatura e o racismo perante os nativos americanos e africanos, foi responsável pela Inquisição... Hoje não fomenta a escravatura e o racismo, mas ataca homossexuais, defensores do aborto, continua a por de parte divorciados e, sobretudo, ataca todos os críticos das suas políticas e moralismos. Contra uns defende a pena de morte, contra outros acusa-os de serem imorais (ou então as duas ao mesmo tempo) e renega-os.
Uma outra coisa interessante com dualismos da Igreja Católica revela-se na atitude contra a pedofilia. A Igreja, de facto, condena verbalmente o abuso sexual de menores mas, quando se viu perante o escândalo dos bispos e mais outros sacerdotes Católicos nos EUA, a única coisa que ela lhes faz é (maravilhem-se) perdoa-los!
E o post já vai longo e como tal deixo o resto para outro futuro post. Por agora, concluo dizendo que se calhar a Igreja Católica devia de tratar primeiro da sua casa e depois tratar da casa dos outros e dizer a outros que valores é que devem ou não seguir e sobretudo devia pensar duas vezes antes de usar um livro (que de divino tem pouco) como carta para as suas [i]moralidades. Tal como ela mesma professa, o amor pelo próximo devia começar primeiro pela Igreja.
Partindo mais uma vez do vídeo que deixei duma palestra de John Corvino, começo pela parte dos dualismos que lá são referidos, mais especificamente às partes da bíblia e textos afins. Ora bem, Igreja Católica fala muito da bíblia (que já agora não é bem um livro mas uma compilação de textos os quais são foram escritos por homens que se basearam no que Cristo disse, ou mesmo outros meros homens, e a qual é diferente em cada religião - Judaica, Cristã Católica, Cristã Protestante, etc - e tem vindo a ser alterada de tradução para tradução) para justificar as suas acções e as suas assumpções sobre a vida e a sua moralidade.
Bem, com a breve explicação do que é realmente a bíblia talvez se deva logo começar por questionar se aquilo é mesmo para se levar a sério, se não seria melhor as pessoas verem aquele compêndio como uma enciclopédia para se ir buscar ideias gerais (amor pelo próximo, respeito pela vida Humana - algo que a Igreja Católica tende a esquecer frequentemente - etc etc...) e não regras a seguir estritamente.
Para além disto, e mesmo admitindo a bíblia como material para algo mais que enfeitar uma prateleira ou um mero livro histórico, pode-se analisar o seguinte: a Igreja fala em respeito pela vida Humana, amor pelo próximo, saber perdoar etc etc. Bem, então antes de vir tentar pregar esses valores a uma sociedade que para a Igreja está podre, talvez fosse bom ela começar primeiro por seguir esses preceitos. Senão vejamos, a Igreja prega o respeito pela vida Humana mas, ao longo da sua história, perseguiu Judeus, fomentou a escravatura e o racismo perante os nativos americanos e africanos, foi responsável pela Inquisição... Hoje não fomenta a escravatura e o racismo, mas ataca homossexuais, defensores do aborto, continua a por de parte divorciados e, sobretudo, ataca todos os críticos das suas políticas e moralismos. Contra uns defende a pena de morte, contra outros acusa-os de serem imorais (ou então as duas ao mesmo tempo) e renega-os.
Uma outra coisa interessante com dualismos da Igreja Católica revela-se na atitude contra a pedofilia. A Igreja, de facto, condena verbalmente o abuso sexual de menores mas, quando se viu perante o escândalo dos bispos e mais outros sacerdotes Católicos nos EUA, a única coisa que ela lhes faz é (maravilhem-se) perdoa-los!
E o post já vai longo e como tal deixo o resto para outro futuro post. Por agora, concluo dizendo que se calhar a Igreja Católica devia de tratar primeiro da sua casa e depois tratar da casa dos outros e dizer a outros que valores é que devem ou não seguir e sobretudo devia pensar duas vezes antes de usar um livro (que de divino tem pouco) como carta para as suas [i]moralidades. Tal como ela mesma professa, o amor pelo próximo devia começar primeiro pela Igreja.
Vaticano responde às críticas sobre as declarações do Papa e a SIDA
Ora bem, nem de propósito, o Vaticano fez um comentário que vem mesmo no seguimento das diarreias mentais que eu vos tinha falado no meu último post.
Segundo a Associated Press, o Vaticano (no seguimento de um protesto formal pela parte da Bélgica acerca das palavras do Papa sobre o uso de preservativos no combate à SIDA) alega que as críticas, por parte dos grupos de luta contra a SIDA, são uma forma de intimidação (deliciosamente hilariante o uso deste termo) de forma a impedirem o Papa de se exprimir sobre estes temas.
Vamos relembrar o que é que o senhor pontifice disse.
"You can't resolve it with the distribution of condoms... On the contrary, it increases the problem."
Diz então essa criatura de Deus (traduzindo) que a SIDA não se resolve com a distribuição de preservativos (até aqui nem estava a ir mal...) mas pelo contrário, a distribuição dos mesmos piora o problema (momento de reflexão).
Como é que o uso de preservativo e o próprio incentivo ao seu uso fazem propagar a doença? A única razão que eu vejo para esta afirmação é falta de inteligência ou, então, pura demagogia.
Moralismos à parte, vejamos uma hipotética situação: mais preservativos e o sentimento de segurança acredito que possa levar a uma maior promiscuidade devido às pessoas pensarem que, "uso preservativo logo estou seguro e posso ter sexo com quem quiser quantas vezes me apetecer". Ora bem, acredito que isto até possa ser verdade mas se as pessoas estão a usar preservativos e estão protegidas então o risco de contrair SIDA por este meio é mínimo por isso duvido que se consiga fazer algum estudo que diga que com o uso de preservativo e um aumento da promiscuidade a SIDA também aumenta... Se calhar estou errado...
Mas concluindo, é giro ver essa criatura santificada, que presume representar a vontade de Deus na Terra, dizer as maiores barbaridades intelectuais possíveis e depois vir fazer birra por causa de ser criticado. De facto a Igreja Católica lida muito mal com as críticas. É o que se acontece quando se tem ilusões de grandeza e se presume que o que se faz não é por serem intelectualmente iludidos mas sim por inspiração divina.
Continua brevemente num próximo post.
Já agora se querem ver o resultado do não uso de preservativo então vejam os seguintes posts:
As conclusões são para vocês tirarem.
A notícia completa da Associated Press encontra-se no site indicado em baixo.
http://news.yahoo.com/s/ap/20090418/ap_on_re_eu/eu_vatican_condoms
Segundo a Associated Press, o Vaticano (no seguimento de um protesto formal pela parte da Bélgica acerca das palavras do Papa sobre o uso de preservativos no combate à SIDA) alega que as críticas, por parte dos grupos de luta contra a SIDA, são uma forma de intimidação (deliciosamente hilariante o uso deste termo) de forma a impedirem o Papa de se exprimir sobre estes temas.
Vamos relembrar o que é que o senhor pontifice disse.
"You can't resolve it with the distribution of condoms... On the contrary, it increases the problem."
Diz então essa criatura de Deus (traduzindo) que a SIDA não se resolve com a distribuição de preservativos (até aqui nem estava a ir mal...) mas pelo contrário, a distribuição dos mesmos piora o problema (momento de reflexão).
Como é que o uso de preservativo e o próprio incentivo ao seu uso fazem propagar a doença? A única razão que eu vejo para esta afirmação é falta de inteligência ou, então, pura demagogia.
Moralismos à parte, vejamos uma hipotética situação: mais preservativos e o sentimento de segurança acredito que possa levar a uma maior promiscuidade devido às pessoas pensarem que, "uso preservativo logo estou seguro e posso ter sexo com quem quiser quantas vezes me apetecer". Ora bem, acredito que isto até possa ser verdade mas se as pessoas estão a usar preservativos e estão protegidas então o risco de contrair SIDA por este meio é mínimo por isso duvido que se consiga fazer algum estudo que diga que com o uso de preservativo e um aumento da promiscuidade a SIDA também aumenta... Se calhar estou errado...
Mas concluindo, é giro ver essa criatura santificada, que presume representar a vontade de Deus na Terra, dizer as maiores barbaridades intelectuais possíveis e depois vir fazer birra por causa de ser criticado. De facto a Igreja Católica lida muito mal com as críticas. É o que se acontece quando se tem ilusões de grandeza e se presume que o que se faz não é por serem intelectualmente iludidos mas sim por inspiração divina.
Continua brevemente num próximo post.
Já agora se querem ver o resultado do não uso de preservativo então vejam os seguintes posts:
As conclusões são para vocês tirarem.
A notícia completa da Associated Press encontra-se no site indicado em baixo.
http://news.yahoo.com/s/ap/20090418/ap_on_re_eu/eu_vatican_condoms
John Corvino - Palestra
Depois de muito pensar se havia ou não por este vídeo aqui, decidi-me finalmente a "postá-lo". Será introdução para uma série de (perdoem o português vernáculo) diarreias mentais que vos irei presentear. Fica aqui então o vídeo. Comentários meus sobre ele virão noutro post a publicar brevemente.
O orador é John Corvino, PhD em Filosofia. O seu site oficial entra-se aqui.
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