O Euro e a América.



Futuro do euro pode estar em perigo - Economia - DN

Os Americanos bem tentam que o Euro acabe... O Euro foi e é uma ameaça às suas politicas. Já tentaram de tudo, incluindo trazer um certo país para a UE. Até agora têm falhado e a frustração cresce-lhes nas veias como veneno.

Não fosse o Euro e a Europa estaria toda como o Reino Unido, do qual não se fala e que está tão mal ou pior que a Grécia. Segundo tenho lido até as forças armadas de sua majestade têm sido alvo de "racionamentos". 
Talvez a verdade desta treta da Grécia e das constantes tentativas de colocarem Portugal, Espanha e Irlanda todos no mesmo saco seja o desespero de um país que, ao fim de oito anos de governação desastrosa, se viu pela primeira vez em muito tempo com a corda ao pescoço e, tendo acordado para a realidade dos factos, se viu nas mãos do seu mais importante concorrente e potencial par no ranking de super-potência: a China.

Entretanto e como se costuma dizer, quem se lixa é o mexilhão.

4 comments:

Vitor said...

pode ser que a Coreia faça uns testes atómicos em solo americano e o mundo se salve lol

Wegie said...

Caro Elenaro,

A resposta à crise internacional consistiu, desde finais de 2008, na transformação de dívida privada em dívida pública.

Este processo tem óbvios limites. Só poderia resultar se o sector privado retomasse rapidamente uma trajectória de crescimento, o que não aconteceu.

O tempo decorrido desde Agosto de 2007 desfez as esperanças de contínuo e crescente endividamento dos devedores. A fase em que agora entrámos convencerá os credores de que se enganaram ao pensar que poderiam recuperar com juros tudo o que emprestaram.

O socorro da União Europeia à Grécia foi na verdade um socorro aos bancos alemães, franceses e ingleses que corriam o risco de sofrer perdas colossais. Gasta toda a pólvora numa única salva, é normal que os investidores se interroguem: e se for preciso dinheiro para ajudar a Espanha, donde virá ele? A resposta curta e grossa é: não virá.

Contudo, face à urgência da actual crise, vale a pena pensar o que ainda há pouco tempo parecia impossível, mesmo no plano da teoria económica: Porque não pôr o BCE a comprar os títulos de dívida pública? Este mecanismo, proibido estatutariamente, traduz-se na simples emissão monetária, tendo como contrapartida os títulos emitidos pelos Estados que pagariam a taxa de juro definida pela autoridade monetária. Em suma, não seria mais do que dar aos Estados o bem sucedido tratamento providenciado aos bancos comerciais aquando da crise de 2007-09. Estaríamos só a eliminar os intermediários do actual financiamento dos Estados, os bancos comerciais, que agora se financiam junto do BCE quase gratuitamente.

Wegie said...

Para mais achas para a fogueira...

Elenáro said...

Olá Wegie

Já há muito que não te via.

Como vais?